domingo, 16 de julho de 2017

NEM TUDO SÃO FLORES NO PAÍS DOS ARTISTAS


NEM TUDO SÃO FLORES NO
PAÍS DOS ARTISTAS.
(novela curta superrealista
e experimental)











“O melhor lugar pra escrever é
sozinho diante da máquina.”
(BUK)








“Minha poesia tá mais interessada no leite das crianças do que no mel dos deuses.”
(BEHR)









PARTE 1

Conheci pessoalmente o famoso e badalado escritor Justino Fialho, conhecido na intimidade como JU. (uma estrela literária).
Ele era obcecado: tinha a mania fixa de querer “repetir” Balzac, ou ultrapassar as fronteiras literárias do Romantismo-Realismo Europeu (um estranho “complexo de francês”: como dizem os saudosíssimos poetinhas ex-comungados).
Mas eu sempre disse pra ele que a linha evolutiva que vai de Stendhal a Zola é uma linha curva oscilante, cheia de tsunâmis, abismos e imprevistos fatais. E ainda por cima insuficientemente politizada.
Porém...
assim tão transtornado entre o limbo e o purgatório, ELE nunca me deu ouvidos. Justamente eu que sempre repeti, pra ELE, à exaustão, os detalhes de entreveros sanguinários e mortais entre canônicos, regionalistas e “amaldiçoados”. Principalmente o sangue que rolou nas calçadas da Questão Coimbrã.
E não venham me dizer que eu estou escrevendo esse romance por inveja. Ou egolombra; pra me vingar da fama e do dinheiro dele, já que eu também sou escritor, mas sem nenhuma fama ou “pecúnia”.
Desencontrado e desnorteado entre grandes poderes, e afetos mínimos, EU estou, reconhecidamente, pra lá do sangue ancestral derramado nas serras frias do Planalto da Borborema desaguando no Açude do Bodocongó.

EU tou apenas querendo revelar algumas fofocas subterrâneas e titicas de bastidores. Contribuir para a evolução da consciência humana. E não querendo me vingar da glória individual, ou da fortuna, de fulano ou sicrano cooptados pela burguesia caucasiana dantanho.



Ju é um canalhinha egolombrado, um invejoso incurável. Um vampirinho individualista disfarçado de artista transgressor. Ele sempre viu a Literatura Marginal como uma concorrência a ser eliminada.
Tem sangue de degredado, e alma de corrupto neo-liberal, apesar da “escatologia” caótica que usa na sua literatura estreita, pra disfarçar seus pendores para o catolicismo sertanejo “à direita”, e angariar algum apoio ente a juventude “transviada”.
A tática é desviar das relações-de-produção. Jogar pra debaixo dos panos. Limitar. E usar uma certa dosagem de “escatologia” pra disfarçar.
Empurrar com a barriga, desviando.
Indisfarçavelmente “centro-direitista”, faz discursos de socialismo “fabiano” à centro-esquerda, mas baba os óvos dos católicos carismáticos, nos bastidores.
Tou dizendo isso depois que ele morreu, é verdade.
Mas ele escreve mesmo uma literatura “escatológica” insuficientemente crítica, evitando maiores detalhamentos dos meandros do Poder e das relações de produção, principalmente; e evitando também o aprofundamento detalhado das críticas social e existencial. Mas os problemas maiores são os plantadores de eucalipto transgênico e a majoração do preço do livro, incluindo os intermediários da venda de 80 páginas em formato pocket por 40 reais.
Eu, hein??






Babi era a principal amante no harém de Justino.
Elanor era a “esposa” oficial (sempre brilhante nas festinhas da elite potiguar).
Sou 12 anos mais jovem que Ju. Mas algumas vezes tomei umas boas carraspanas com ele nos barzinhos da classe média “intelectualóide”,
e sempre me embebedava antes dele, que aguentava muito álcool, principalmente uísque e conhaque.
Babí era esquizóide, e tinha surtos horríveis com frequência.
Mas eu nunca assediei Babí.
Quem assediou muito Babí foram os
vendedores de quimeras.
Os Quixotes e Peters Pans incuráveis.
Os “negativistas” unilaterais e autodestrutivos.






Justino nunca deu o cu. Nem chupou rôla.
Isso eu confirmo. É macho hétero.
Cabra da Peste. Patriarca nordestino fora de qualquer suspeita bi. Macho alfa. Aristocracia carne-de-bode. Elite católica da zona da mata. Grande intelectual dos simulacros do jornalismo cotidiano. Um bate-estaca medianeiro à sombra de Gutemberg.
Eu não era exatamente um amigo dele.
Eu tinha apenas uma certa aproximação, um trânsito, um diálogo.
Amizade mesmo, propriamente dita, é outra “coisa”.
Bebemos juntos várias vezes, principalmente no Bar do Mocó, à beira do pequeno açude da Praça Jararaca, próximo à Avenida Tabajara:
falando mal das feministas estreitas e das cinderelas incuravelmente “estereotipadas”.
E dos fanáticos por futebol também.




O meu vício em maconha é “fichinha” perto do conhaque, do cigarro industrializado e dos energéticos de Justino. Sem falar no colesterol de bode, pelo qual tinha grande paixão. E os conservantes nunca foram uma preocupação diária pra ele. A maconha não é inofensiva, mas o que é mortífero mesmo é o acúmulo de gordura-trans, glicose, acidulantes, espessantes, álcool, picâncias, cinzas, etc.
Primeiro o enfarto. Depois a esclerose. Intoxicação geral do sangue. Reumosidades irreversíveis no tutano dos ossos. Degeneração progressiva geral. Enxugamento gradual das funções vitais. Deficiência paulatina do sistema imunológico até a hora da morte. Capitulação orgânica resultante de acúmulos e acúmulos.
Até aí tudo bem. Tá valendo a liberdade individual. A opção pessoal. Mas ele sempre foi contra a legalização da maconha, seguindo o rastro do conservadorismo existencial do catolicismo carismático. E outra coisa: quem me garante que ele não fumava a ganja escondido? A canábis estimula a criatividade artística e intuitiva. É um fato.
Quem me garante que ele não fumava eventualmente maconha pra catalisar a criação literária?



O projeto literário de Justino é um mero esquemazinho neo-balzaquiano.
E eu digo isso não por inveja, ou baba de Caim.
Não estou mesmo preocupado com as suas traduções em Paris ou Buenos Aires. Nem com as adaptações para seriados globais. Tou preocupado com simetria sintática, harmonia entre sílabas, costura de frases e parágrafos, ritmo, diversidade estética e estilística. Né? Né não??
Quem não lembra da ojeriza que o Mário de Andrade nutria contra o minimalismo? Pra dar um exemplo concreto, já que os “formalistas russos” gostam tanto de enfatizar o formato em detrimento da mensagem. E o “new-criticism” não gosta de abordagens intuitivas ou randômicas na literatura.
Mas o fato é que o cara descobriu a fórmula estreita para vender livros de 90 páginas a 40 reais. Principalmente para adolescentes de 20 anos que ainda não consolidaram o gosto pela leitura. A fórmula previsível dos concursinhos literários e dos departamentos de Letras neo-românticos.. A baba neo-balzaquiana do complexo de francês. Xeleléu de monjas siririqueiras à centro-direita “monarquista”.



As sinecuras centristas são outro detalhe da vida de Justino do qual sempre tive alguma mágoa classista. Não foram poucos os momentos da juventude dele em que babou o ôvo da “centrodireita” açucareira ou da aristocracia sertaneja, em troca de empreguinhos e esmolinhas para a sua família, antes da fama e da riqueza. Como se não bastasse a cooptação neoclássica, ou o besteirol matutista, ou o misticismo fosfórico de padrecos reacionários.
Estilisticamente, ele às vezes parecia um perfeccionista medianeiro obcecado por “bulas” do romantismo francês quase-realista: endeusamento de Stendhal e Victor Hugo, ou Flaubert, enquanto desviava a parte mais aprofundada do detalhamento de dominações ideológicas contextuais, usando o argumento capcioso de que o auge da literatura ocidental é Balzac, e de que os escritores alternativos padecem de amadorismo literário.
Acusar os outros de amadorismo é o mesmo que desqualificar profissionalmente todos os que não se encaixam na sua bula “francesa”. Né não??




PARTE 2


Quando Justino chegou do interior na metrópole potiguar, ele já tinha 20 anos. Era o ano das graças de 1965, no começo do auge do destrambelho hippie. Conseguiu emprego rapidamente na Prensa Potiguar, como jornalista investigativo, através do tráfico de influências que sempre ocorreu entre a aristocracia “sertaneja” do Bodocongó e a burguesia açucareira do litoral Caeté e Tupinambá. Um toma-lá-dá-cá das antigas sinhá-zinhas e sinhô-zinhos. Venda de votos e simonias entre o besteirol matutista, o neo-classicismo balzaquianista e o centrismo quase-neo-liberal.
(nada de crítica impressionista à esquerda, nem jornalismo gonzo politizado. Tudo no cabresto do “genial” jornalismo literário e da gloriosa herança regionalista dos incontáveis matutos imbecilizados pela pregação repetitiva dos factóides carismáticos, academicistas e globais. Uma estranha mistura entre Ariano Suassuna e Machado de Assis?? Não sei.
Não tenho certeza.
Um imbróglio pós-mediavalesco das sibitas encantadas. Dos neurônios e genes do professor Stendhal e da desnorteada prosa altamente formosa do gerente Flaubert.


Enquistar-se ideologicamente num falso “estado-de-bem-estar” nunca foi exatamente a minha estratégia preferida. Sempre preferi táticas mais diretas, e menos “evanescentes”. Se é mesmo “centrismo” com estratégia “etapista”, então eu assumo imediatamente que é “centrismo”, ora, ao invés de ficar escondendo ou empurrando com a barriga, nos subterrâneos, a minha verdadeira opção ideológica. (é sintomático quando ele endeusa Machado e rebaixa Zola.)
Mas obviamente não se trata de repetir Górki, nem Stendhal, ou Ariano.
Trata-se de Literatura Marginal mesmo. PROPRIAMENTE DITA.
Nenhum artista gosta de repetir. Todos os artistas querem ser originais: criar algum troço que ninguém pensou em criar. Mesmo que seja apenas alguma variante de “primitivismo” literário bem-costurado, e mesmo que este ainda seja um enorme tabu periculosíssimo para o cânone ocidental e saxônico-francês, para os arremedos e macaqueamentos da sintaxe e fonética francesas.




O desprezo que ele sentia pela poesia prosaica, e pelo minimalismo, fez com que sempre “endeusasse” os romances, e desprezasse a poesia como um “sub-gênero” menor. Mas nunca teve coragem de assumir essa posição pessoal publicamente. Sempre escondeu. Porém o cinismo egótico dele é tão grande que, quando o Bob Dylan ganhou o Nobel, ele prontamente passou a elogiar a prosa poética e o ritmo subjetivo como grandes referências para a criatividade literária, em todos os jornais do Nordeste.
Na verdade, ele pensou que a Academia Sueca continuaria lambendo as botas do romantismo francês eternamente. Nunca pensou na possibilidade de que o “primitivismo” poético poderia algum dia agradar ao gosto tão “extraordinário” da pequena burguesia européia.
Nunca pensou na possibilidade de que os vikings suecos e ostrogóticos, mais uma vez, abrissem fogo contra saxões, eslavos e mongóis. Nem que os monjolos abririam outra guerra tribal contra os imbangalas.



Quem foi que disse que memorialística não é literatura??
Quem é esse “ego inflado” que anda dizendo que autoficção não é criatividade literária??
POIS ATÉ A TRADUÇÃO EXIGE CRIATIVIDDAE LITERÁRIA.
E somente os donos da verdade “epistemológica” ocidental, os joãos-sabem-tudo da mundanidade estética, não querem admitir essa verdade óbvia de que a técnica “poética” e a beleza formal também podem ser encontradas na memorialística e na autoficção.
E Justino era um desses “joão-sabe-tudo”, dono-da-verdade estética e sintática.
Mas também não estou dizendo que ele era exatamente um “caipira estreito” ou um egoísta excessivo ultra-acadêmico. Não era bem isso. Não era exatamente “matutismo besteirol” nem “gongorismo clássico” engessado.
Tava mais pra agente literário da aristocracia francesa. Especificamente. Ou jornalista poliglota da maquinaria dos potiguares abastados e misturados com tamoios novo-ricos. Ou da “rocambolesca” mistura entre armorialismo e classicismo. (estranha mistura: muito estranha mesmo.)



PARTE 3

Todos os escritores famosos e ricos têm o seu harém. Não há nenhuma novidade nisso. E Babí era apenas a principal do harém: nada mais que isso. Não tinha o direito de posar como digníssima esposa, eternamente fiel, nas rodas da elite sertaneja ou metropolitana, mas nem sempre era ela que habitava as camas de Justino.
Pois este fulêro estava sempre alternando suas “garotas de programa” ou sonhadoras românticas incuravelmente obcecadas por ele, pela sua fama de escritor maior, pela sua badalada e originalíssima criatividade literária, e pelo seu dinheiro também.
Todavia...
Babí era esquizóide. E Justino era bipolar. Elanor era uma madame muito séria, cuidando do assistencialismo filantrópico abastado.
São muitos os que fazem caridade para não fazer transformação social. – já disseram (mas eu não lembro quem foi).
Quando digo isso, não estou pensando em internar os dois. Estou apenas planejando narrar determinados aspectos da nossa realidade fudida, mas sem puxar a brasa para a sardinha da contracultura. Tentando ser o mais objetivo possível, mesmo sabendo que é humanamente impossível atingir a objetividade total.



E não me peçam pra falar sobre a pistolagem das adjacências do Bodocongó. Esta não é bem a minha praia. Me poupem.
Que relação tem essa fulerage com a “multiplicidade de eus”?? (com o rizoma da Cabriola Enfeitiçada??)
Por favor! Não insistam.
Ou vocês estão falando prioritariamente
de grandes calangos na brasa e
saramunetes no “iscabreche”??
Esse papo de pistolas pequenas, e Taurus mínimos, não cabe aqui. Se liguem.
Não tentem entrar na minha literatura dessa forma tão escroque, de fininho, mas com a rôla dura apontando para o buraco da família de Justino.
EPA.
Já chega!
Me esperem na entrada do Teatro da Crueldade Surreal às 24:15 HORAS.
(não narrarei nenhuma morte nesta novela “furibunda”, embora elas tenham acontecido,
as mortes.)
Sim, aconteceram. Foram quatro. Espalhadas por diferentes locais do velho Nordeste lascado e fudido.
Com a palavra, a família Fialho Potiguar: ...


Nessa época, eram muito frequentes os surtos e as brigas terríveis entre Ju e Babí: dentes e costelas quebrados, ronchas de todo tamanho e profundidade, pancadas grandes nos joelhos, etc. Elanor acompanhava tudo isso de longe, fingindo um autocontrole que não possuía.
Justino foi preso três vezes, sob acusação de misoginia agressiva e ameaça de morte, mas sempre pagava fiança, e logo estava de volta outra vez.
Este “casal” foi o mais problemático e terrível entre todos os que eu conheci pessoalmente. Mas eu desconfio, seriamente, que Babí estava incuravelmente apaixonada, e não conseguia sair do “colo” de Ju. (por mais que tentasse).
Enfim: eram dois temperamentos agressivos e imprevisíveis: o “pós-machismo” sertanejo de Justino e a esquizofrenia desmiolada de Babí.
HAJA SURTOS. Dos dois.
Mas eu vou sim falar alguma coisa sobre as atividades de pistolagem da família Fialho Potiguar no agreste-sertão (principalmente).
A quantidade de mortes executadas e planejadas foram poucas, é verdade. Mas havia sim um núcleo de “coitos” e execuções nesta família. Afinal, é uma família de grandes fazendeiros e lojistas abastados de todo o interior da Paraíba e do rio grande do Norte, e ninguém mantém uma determinada quantidade de poder, por muito tempo, sem usar alguma dosagem de violência, direta ou indireta.
Quanto à esquizofrenia, ela existia mesmo nos genes da família Fialho Potiguar, embora o caso de Ju fosse de Transtorno Bipolar, mais exatamente, e não de esquizofrenia propriamente dita.
Nesse lance, os pendores “esquizos” de Babí entraram “de revestrés”, através de pára-quedas.
Mas o bostinha do Justino sempre falou mal da “multiplicidade de eus”: o que, pra ele, é negócio de delirantes excessivos, como se ele também não fosse muito bom do juízo.
Pois é. Então tá.



PARTE 4


Reconheço que são muitos os “micróbios” da marginalidade literária atanazando a vida de Ju.
Esculhambando e ameaçando. Mas a maioria desses “micróbios” não são escritores, nem artistas, num sentido geral. São boêmios que fingem que são escritores. Escreveram quinze ou vinte textos curtos em 30 anos, e passaram a maior parte da vida afundados em vícios e preguiças mentais. Usufruindo do ambiente degradado dos artistas transgressores da alta classe média. Usando a luta contra a “normose” como desculpa para a sua “malandragem” autodestrutiva.
Eu mesmo tive alguns bate-bocas com Justino. Mas escrevi doze livros. É uma “obra”: ele não pode negar isso. Se ele negar, então eu vou dizer que o grande artista dos Fialhos “OBROU”.
Reconheço que usei mais a intuição do que as técnicas sistematizadas pelas oficinas literárias do Setorial de Linguística do Departamento Quadrado.
E permaneço monoglota e autodidata. Mesmo assim, ele não pode deixar de reconhecer que eu também sou escritor. Acho que ele fez aqueles elogios à prosa poética “alternativa”, um pouco antes de morrer, apenas porque o Bob Dylan ganhou o Nobel de Literatura. E continuou acreditando que a minha literatura “marginal” é de quinta categoria.
Sou um escritor menor, reconheço, admito.
Mas na cabecinha egolombrada dele, ninguém atingiu o seu altíssimo nível técnico e criativo. Ninguém leu mais manuais de teoria literária do que ele. Ninguém domina a língua francesa melhor do que ele. Ele é o Super-Balzac.
O Graciliano do Bodocongó. E eu nem estou colocando o “neo-reformismo” nessa discussão especificamente técnica. Nem tampouco a “nova esquerda” do século 22.






O parque editorial potiguar não tem mínimas condições de absorver tanto doido, ou boêmio inveterado, fingindo que é poeta ou prosador. Porém a indústria de celulose e branqueamento de papel é outro papo.
Na verdade, nem existe parque editorial, grande e propriamente dito, em Natal. Tudo não passa de pequenas editoras sobrevivendo às margens das gigantes da editoração. E tudo filtrado por opções ideológicas ou “existenciais” da velha e ancestral burguesia natalense. Da logística editorial da elite litorânea nos antigos domínios potiguares e caetés.
O maquinário da prensa Potiguar ainda é quase gutemberguiano, e só agora, em maio de 2017, a equipe de jornalistas começou a publicar a versão digital. Uma demora que deixou em suspense muitos investigadores e bisbilhoteiros da velha “imprensa” tabajara.

FUI.












O AUTOR:


Zé de Lara é um dos pseudônimos de José Luís Miranda, também conhecido como “Poeta Lara” ou apenas “LARA”.
Nasceu em 01/12/60, em Bom Conselho (PE), no agreste meridional.
Participou, informalmente, do Movimento de Escritores Independentes em Pernambuco.
É autodidata. Foi também recitador, e participou de recitais no Recife e em outras cidades do Nordeste do Brasil.


(JUNHO - 2017)

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